Servindo a Deus até a MorteGSTS69420 II-10

 

FRANCIS ASBURY (1745-1816) foi um pregador itinerante tão entusiasmado por Cristo que um biógrafo escreveu: “Ele cobiçou todo o nosso continente com uma paixão tal que parecia ansioso por perder a própria vida na realização da obra”. [1]

 

Da Nova Inglaterra às Carolinas e do Atlântico ao Kentucky, Francis cruzou o país a cavalo em busca de almas. Ele cruzou as montanhas Allegheny cerca de sessenta vezes, muitas delas passando por lugares em que a estrada quase não existia. Ora montava em seu cavalo, ora conduzia o animal exausto. Apesar do físico debilitado, das frequentes doenças e de eventualmente estar com os pés inchados e doloridos devido ao reumatismo, ele sempre seguia adiante. Sua comida na maioria das vezes tinha de ser caçada e então assada em uma fogueira. Ele atravessava rios e, não raro, ficava ensopado de chuva. Carregava seus poucos pertences nas mochilas que levava consigo, e, quando não conseguia achar abrigo, descansava a cabeça em uma pedra ou no alforje. Era importunado por carrapatos e mosquitos. Sem se intimidar, encarava os perigos oferecidos pelas feras selvagens. Também enfrentou e escapou de emboscadas preparadas pelos índios.

Já no fim da vida, muitas vezes tinha de ser erguido até a sela. Mesmo quando os amigos tinham de amarrá-lo para que permanecesse sobre a sela, insistia em viajar para pregar em todos os lugares em que houvesse oportunidade. Houve ocasiões em que teve de ser amparado por duas pessoas para poder entregar a mensagem, e algumas vezes pregou sentado. Ele é considerado, com justiça, o pai do metodismo americano.

A mãe de Francis era uma mulher piedosa que gostava muito de ler a Bíblia e os sermões de John Wesley, fundador do metodismo (e quarenta anos mais velho que Asbury), e de George Whitefield (colega de Wesley). Francis começou a ler já com a idade de cinco ou seis anos e logo passou a ler a Bíblia por conta própria. Adorava ler e reler a história de Moisés e outras histórias bíblicas.

O professor da escola do povoado era um tirano e batia diariamente em Francis com seu cinto de couro, a ponto de ele repetidamente implorar para não ir à escola. “Não posso suportar ser espancado todos os dias”, reclamava. Mas não havia outro lugar onde obter instrução. Certo dia, Francis tirou a camisa e mostrou à mãe 24 manchas roxas que lhe cruzavam as costas. Chorando, sua mãe disse: “Lembre-se de que, enquanto estás na escola, estou de joelhos, orando por ti”. Com a idade de treze anos, ele abandonou a escola.

 

SALVO E CHEIO DO ESPÍRITO SANTO

 

Enquanto isso, Francis começava a buscar ao Senhor nas reuniões de oração em sua casa. Ele também manteve o hábito da leitura, sendo os diários de Wesley e Whitefield seus favoritos. Converteu-se com a idade de quinze anos. Aos dezesseis, contou que, enquanto orava com um amigo em um velho celeiro, “experimentou um maravilhoso sinal da graça de Deus, que algumas pessoas chamariam de santificação e [ … ] era de fato muito feliz”.[2] A partir de então, Francis jamais recuou. Aos dezessete anos, assumiu a posição de líder espiritual de uma “classe” metodista. Aos dezoito, foi nomeado o “pregador local” dos metodistas. Começou a viajar pelos municípios circunvizinhos, pregando de três a cinco vezes por semana.

Seguindo as recomendações de John Wesley, Francis levantava-se todos os dias às quatro da manhã para orar. Ele então partia em seu cavalo recém-adquirido, Thunder,[3] para visitar os pobres e doentes. Ele não conseguia afastar-se das casas dos necessitados. As tristezas que carregavam eram também dele, e o seu dinheiro também pertencia a eles.

A maior alegria de Francis era ver as pessoas entregarem a vida a Jesus. Ele adorava ver as congregações lotadas, cantando os magníficos hinos de salvação de Charles Wesley e lsaac Watts, com as mãos levantadas e os olhos cheios de lágrimas.

Aos 22 anos de idade, Francis foi “plenamente admitido” por John Wesley, na Conferência Metodista, e já começou recebendo compromissos ministeriais regulares. Escreveu: “Não trocarei minha sela por um assento na Câmara dos Lordes”. A primeira conferência à qual compareceu foi em Bristol, onde John Wesley pregou.

 

PARA A AMÉRICA

 

Quando Wesley, durante um sermão, convocou voluntários para pregar o Evangelho na América, Francis deu um salto e levantou-se, chorando copiosamente.[4] Isso significava dizer adeus aos pais e à namorada, para nunca mais tornar a vê-los. Embora estivesse sempre só, optou por passar o resto da vida solteiro. John Wesley confiava em Francis e nomeou-o para a função, mas não lhe deu nada para a viagem. Outros amigos deram-lhe algumas roupas e dez libras. Com isso, ele embarcou em um navio que levaria 54 dias para chegar à Filadélfia.

Francis chegou à Filadélfia em 27 de outubro de 1771 e compareceu a um culto naquela mesma noite. Na noite seguinte, pregou seu primeiro sermão no Novo Mundo. No dia posterior, conheceu uma mulher que carregara seu filho por 22 quilômetros para assistir ao culto e agora partia novamente para casa. Francis ficou profundamente comovido. Ele disse: “Talvez o Senhor a tenha enviado a fim de pregar para nós! Temos de trabalhar com mais afinco. O Novo Mundo precisa desesperadamente do Evangelho”.

 

PLANEJANDO E IMPLANTANDO IGREJAS

 

Francis ficou dez dias na Filadélfia e descobriu que, embora os metodistas nos Estados Unidos tivessem organizado várias igrejas, não estabeleceram rotas definidas. Como a viagem até Nova York levava dois dias, Francis planejou pregar pelo caminho. Uma vez em Nova York, ele imediatamente começou a pregar nas casas e nas igrejas. Mas seu coração logo se inquietou. Ansiava ir além dos limites das cidades e encontrar lugares em que pudesse fundar congregações de novos convertidos. Todos os dias ele planejava ou pregava. Estava decidido a iniciar, nos Estados Unidos, o sistema de circuito[5] que John Wesley havia inaugurado na Grã-Bretanha, onde já existiam quarenta circuitos.

A mensagem que Francis pregava aos fiéis de Nova York era: “Portanto, não durmamos como os demais, mas estejamos atentos e sejamos sóbrios”. Ele estava perturbado com o fato de os dois líderes metodistas nos Estados Unidos ficarem satisfeitos em permanecer nas cidades. Sentia que o chamado de Deus era para “espalhar a santidade das Escrituras em cada cidade ou vilarejo da América do Norte”. Para dar início ao cumprimento dessa visão continental, Francis começou a fazer viagens rápidas pela região vizinha e a realizar cultos em todo lugar em que isso lhe fosse possível. Sonhava e orava pelo estabelecimento de circuitos por toda a América e ansiava por dez pregadores para auxiliá-lo. Logo começou a ir além das cidades, a abrir novas trilhas, a dormir em abrigos temporários e a atravessar rios a nado, sempre planejando alcançar o povoado mais à frente.

Os anos seguintes foram preenchidos por um ministério incessante. Em 1772, antes que tivesse passado um ano da chegada de Francis aos Estados Unidos, John Wesley nomeou-o seu assistente, tornando-o líder de toda a obra metodista no país: Francis tinha apenas 27 anos. Um ano depois, John Wesley enviou Thomas Rankin, pondo-o como superior de Francis. Francis aceitou a mudança com a mais pura boa vontade e continuou a empenhar seu coração e sua alma na realização da obra.

Foi um período difícil para o ministério. Em 1776, os Estados Unidos declararam a independência da Inglaterra, e a guerra estourou. Rankin voltou à Inglaterra, assim como muitos outros líderes metodistas. John Wesley enviou uma carta aos Estados Unidos, insistindo na lealdade à coroa britânica. Isso preocupou muitos americanos, que começaram a ter a sensação de que os metodistas eram desleais.

Embora Francis admirasse Wesley, deplorou sua carta. As pressões dos que consideravam os metodistas desleais aumentaram, e Francis teve de se esconder por algum tempo. Uma carta que Francis escreveu aos amigos na Inglaterra, na qual expressava sua lealdade aos Estados Unidos, foi interceptada, e quando os líderes do governo descobriram que Francis não era desleal, ele mais uma vez ficou livre para dar continuidade ao seu ministério.

 

SUPERINTENDENTE NOS ESTADOS UNIDOS

 

No ano de 1784, John Wesley nomeou Francis Asbury e Thomas Coke superintendentes da obra nos Estados Unidos. Francis ainda tinha um grande sonho: ver o continente americano evangelizado para Cristo. Coke, no entanto, organizava viagens missionárias para diversas partes do mundo. Cruzou o Atlântico dezoito vezes, morando ora na Inglaterra, ora na Irlanda. Dessa forma, o fardo e a responsabilidade pelos Estados Unidos ficava quase todo sobre os ombros de Francis.

 

ABOLICIONISMO

 

Francis conheceu um ex-escravo chamado Harry Hosier, que fora maravilhosamente salvo, mas era incapaz de ler ou escrever. Deus havia chamado esse guerreiro de oração para pregar. Francis convidou Hosier para acompanhá-lo em algumas viagens, e logo Hosier tornou-se um orador ainda mais popular que Asbury. Isso não causava problema algum para Francis. Tudo o que ele desejava era ver cada vez mais almas serem salvas.

Francis afligia-se com a escravidão. Após almoçar com George Washington, instou-o a assinar a abolição da escravatura. Washington disse-lhe que concordava com seu ponto de vista, mas sentia que não era o momento para a assinatura de um documento daquela natureza.

 

O CUIDADO DE ASBURY COM OS

PREGADORES ITINERANTES

 

O ministério e a vida de um pregador itinerante eram tão árduos antes de 1800 que metade dos pregadores de Francis morriam antes dos 33 anos. De 1800 a 1844, metade deles viveu até os 33. Dos 672 pregadores dos quais temos notícia, dois terços conseguiram prosseguir com seu ministério por doze anos.[6] Eles serviam com o coração e com a alma. Francis exortava seus pregadores: “Devemos alcançar cada canto dos Estados Unidos – principalmente as novas fronteiras. Não devemos temer homens, demônios, animais selvagens nem doenças. Nosso lema deve sempre ser: Avante!”.[7]

Francis carregava um fardo especial pelos seus pregadores. À medida que ele ia multiplicando as rotas e nomeando pregadores, adicionava o nome de cada um a sua lista de oração diária, a qual somava centenas de nomes. Ele os encorajava a viver de forma simples e a permanecer solteiros, para que pudessem se dedicar ao ministério sem nenhum obstáculo. Deviam pregar sempre ao meio-dia, e os temas deveriam ser sempre o dom da graça, a salvação instantânea e a santificação, pelo enchimento do Espírito Santo e por uma vida de santidade. Ele os aconselhava a manter um cronograma rígido:

 

1. levantar-se às quatro horas da manhã, todos os dias;

2. orar todas as manhãs das quatro às cinco e novamente à tarde, das cinco às seis;

3. ler todas as manhãs, das seis até o meio-dia, com uma hora para o café da manhã, alimentando a mente e a alma com a Bíblia e com bons livros.[8]

 

QUANTO MAIS, MELHOR

 

Francis estava sempre preocupado com o tempo. Se conseguisse achar dois lugares para pregar durante o dia, ficava feliz. Se achasse três ou mais, melhor. Mesmo que fosse inverno, ele prosseguia. “Devo cavalgar ou morrer”, ele escreveu. À medida do possível, durante o tempo em que estava cavalgando, orava ou lia a Bíblia, um comentário bíblico ou outro livro de tema espiritual. Parava em cada casa ou povoado, pregando sempre que encontrava pessoas dispostas a ouvir. Visitava cadeias para evangelizar criminosos condenados e acompanhava-os ao local da execução.

Seguindo o conselho que John Wesley dava aos pregadores, Francis manteve um diário desde o início de seu ministério. Nele, podemos ler citações como estas:

 

• “O Senhor me capacitou a pregar com energia.”[9]

• “Senti a ajuda divina.”[10]

• “Há uma considerável obra de Deus.”[11]

• “Tivemos uma reunião poderosa.”[12]

• “Graças a Deus, minha pregação foi poderosa.”[13]

• “Oh, como desejo dedicar toda a minha vida e meus talentos a ele, que derramou seu sangue por mim.”

• “Não há nada que eu almeje além da glória de Deus; e nada que tema, além de seu desgosto […] Ainda que tenha de mendigar de porta em porta […] serei fiel a Deus, ao povo e a minha alma.”[14]

 

SANTIDADE AO SENHOR

 

Francis acreditava que a igreja devia ser formada por crentes renascidos e separados do mundo, que cressem na concreta ação purificadora do Espírito Santo após o novo nascimento, que se evidenciaria por uma vida de santidade. Eis outras citações extraídas de seu diário:

 

• “É pela santidade que meu espírito lamenta.”

• “’Que o Senhor abençoe seus santos! A santidade é a base de minha alma. Minha mais ardente oração é que não haja em mim nada oposto à santidade.”

• “Como anseio santificar-me cada vez mais – viver mais com Deus e para Deus!”

• “Este foi um dia de muito amor e poder de Deus em minha alma. Fiquei só e orei um pouco a cada hora, e Cristo estava perto e muito amoroso.”

Francis tinha três grandes estratégias para a evangelização e para uma igreja santificada. A primeira consistia na ampla utilização de pastores itinerantes. A segunda, no uso de conferências trimestrais e anuais. Ele compareda e presidia tantas quantas fossem possíveis. Uma conferência trimestral comum começava no sábado e prosseguia até o anoitecer do domingo. As pessoas dormiam no chão, nos bancos, ao ar livre, sob as carroças ou na casa de vizinhos. A manhã de domingo iniciava com uma grande e festiva reunião. Era um acontecimento restrito aos fiéis. Pão e água eram passados aos participantes, que comiam e bebiam. Eles testemunhavam, oravam, citavam passagens bíblicas, cantavam hinos e louvaram a Deus. O culto matinal começava às onze em ponto. Iniciava com batismos, seguidos de um longo sermão e da ceia do Senhor. O culto de domingo à noite era, por natureza, evangelístico. Não era incomum centenas de pessoas irem à frente para orar.

A terceira estratégia de Francis para a evangelização eram os acampamentos. O primeiro acampamento interdenominacional ocorreu em Cane Ridge, no Kentucky, no ano de 1801. Milhares de pessoas de quase todas as denominações vieram tanto de longe quanto das proximidades, e o encontro prosseguia dia e noite. O número de participantes variava de 12 a 25 mil pessoas. Centenas de pessoas prostraram-se diante do poder de Deus. Em alguns momentos, dois, três, quatro e até sete pregadores falavam ao mesmo tempo em diferentes partes da multidão. “O fogo celestial espalha-se em quase todas as direções.”[15] Um movimento de reavivamento acendeu-se entre as igrejas, e em muitos lugares os metodistas e os presbiterianos uniram esforços para a realização de acampamentos. Já em 1811, devido ao incentivo de Francis, os metodistas haviam realizado quatrocentos acampamentos por conta própria, e nos dez anos seguintes chegaram perto de mil acampamentos. Entre os que frequentavam os acampamentos e cantavam os hinos evangélicos estava Nancy Hanks, mãe de Abraham Lincoln.[16]

A essa altura, Francis Asbury já era a pessoa mais conhecida nos Estados Unidos, chegando a pregar na Assembléia Legislativa, em Washington.[17] Seu trabalho espalhava-se rápido e ia longe, mas sua saúde estava cada vez mais debilitada. Apesar disso, seguiu em frente até os últimos dias de sua vida. Quando já não conseguia cavalgar, era levado de charrete até o local do compromisso. Era carregado até a igreja ou casa, onde se sentava para pregar. Ele continuou ganhando almas, ordenando pregadores e indo de acampamentos para conferências.

 

MORTE E GLÓRIA

 

Um ano antes de Francis morrer, ele escreveu: “Os meus olhos estão falhando […] Este é o meu quinquagésimo quinto ano de ministério, e quadragésimo quinto ano na obra nos Estados Unidos […] Mas quer com saúde, quer na vida, quer na morte, boa é a vontade do Senhor: nele confiarei. Sim, e irei louvá-lo. Ele é a força de meu coração e minha porção por toda a eternidade. Glória! Glória! Glória!”.[18] Mesmo em seus últimos dias, ele ainda viajava de charrete e pregava. Em 31 de março de 1816, quando sua voz começava a diminuir, ergueu a mão, enquanto o rosto radiava uma exaltação celestial. “Sua face era como a face de um anjo.”[19] A família com quem estava reuniu-se, junto com outros amigos, para um culto. Um de seus cooperadores perguntou: “Você acredita que Jesus é precioso?”. Francis estava muito fraco para responder, mas ergueu ambas as mãos. Momentos depois, sua cabeça repousava no colo de seu colega. Ele morreu com 71 anos de idade.

Quando Asbury chegou aos Estados Unidos, existiam 1.160 metodistas. Quando ele morreu, havia 214.235. Ele ordenou mais de três mil pastores e pregou mais de dezessete mil sermões. Mais de catorze mil “classes” de metodistas se formaram. O movimento metodista tomou-se a denominação de mais rápido crescimento nos Estados Unidos, havendo um metodista para cada quarenta pessoas.[20]

Asbury foi temporariamente sepultado onde morreu. Seus restos foram mais tarde transportados para Baltimore. Vinte e cinco mil pessoas, fora toda a população de Baltimore, de cerca de cinquenta mil pessoas, marcharam no cortejo fúnebre por amor a Asbury. Em 1951, a Comissão Nacional de Publicações Históricas do Governo dos Estados Unidos da América escolheu 66 grandes americanos, cujos escritos deveriam ser preservados. Entre eles, estavam George Washington, John Adams, Thomas Jefferson, Abraham Lincoln e Francis Asbury.

Em 1924, o presidente Calvin Coolidge inaugurou uma magnífica estátua de bronze de Asbury montado em um cavalo visivelmente cansado. Ela repousa sobre um pedestal de granito de 55 toneladas, em um cruzamento de Washington, DC.

Arnold J. Toynbee, um dos maiores historiadores do século XX, escreveu: “O mundo moderno de língua inglesa foi salvo nos séculos XVIII e XIX pelos metodistas”.[21] Isso é verdade. Dentre os maiores e mais santos, destaca-se Francis Asbury.

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Wesley L. Duewel Wesley L. Duewel

 

Fonte: Heróis da Vida Cristã, pp. 11-22

 

[1] Charles LUDWIG, Francis Asbury: God’s circuit rider, Milford: Mott Media, 1984.

[2] Ibid., p. 36.

[3] Trovão. (N. do T)

[4] Ibid., p. 54.

[5] No metodismo, “circuito” é um agrupamento de igrejas ou congregações numa mesma região. (N. do E.)

[6] Ibid., p. 158.

[7] Ibid., p. 158.

[8] Ibid., p. 160-1.

[9] Ibid., p. 86.

[10] Ibid.

[11] Ibid., p. 87.

[12] Ibid., p. 94.

[13] Ibid., p. 96.

[14] Ibid., p. 78.

[15] Ibid., p. 173.

[16] Ibid., p. 175.

[17] Ibid., p. 182.

[18] Ibid., p. 183.

[19] Maldwyn EDWARDS, Francis Asbury, Manchester: Penwork [Leeds], 1972, p. 9.

[20] Charles LUDWIG, Francis Asbury: God’s circuit rider, Milford: Mott Media, 1984, p. 185.

[21] Ibid., p. 189.

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